É, de volta a ativa. Não tenho pretenção de mudar o template. Não por enquanto. Nem tenho cabeça para isso. E nenhum template pré-fabricado me agrada.
As pessoas me chamam de Isabela, eu nasci em São Paulo no dia 13 de agosto de 1988. Moro atualmente em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Sou estudante de arquitetura pela UFMS.
Gosto de ball-jointed dolls, roquinho bobo e de me dar mal.
Insatisfeito com as informações fornecidas? Achou meu template feio? Bonito? Quer alguém pra conversar? Me mande um e-mail! Ficarei feliz em respondê-lo!
sraimperfeita@
hotmail.com
Obs.: Isto é e-mail, não MSN...
Terça-feira, Agosto 19, 2008
Buenas!
E aí leitor imaginário, como vai?
Eu vou bem, obrigada!
E hoje falarei sobre minha dificuldade em falar.
Entendeu? É o seguinte...
Quando eu era mais nova, todos os assuntos saíam fácil. Era muito simples falar sobre qualquer coisa, principalmente com minhas melhores amigas. Coisinhas de adolescente, paqueras, medos, planos... Todos os assuntos fluíam, escorregavam da boca sem nenhum tipo de receio ou pudor.
Hoje em dia, e principalmente depois das merdas que eu fiz e que levei o dobro em troca, não consigo mais. Eu tenho medo de me expor, mesmo sentindo que eu realmente preciso de alguém para conversar.
Sabe quando nos desenhos animados, um determinado personagem mal-humorado resolver se desculpar com alguém, e é necessário que alguém lhe dê um tapa nas costas para que ele “cuspa” o pedido de perdão?
É bem assim que me sinto! Tanta coisa que eu tento dizer, ou até mesmo fazer, mas não sai.
Eu me sinto seca por fora. Embora eu não seja assim por dentro.
Muito pelo contrário... Eu penso coisas legais, eu quero dizer e fazer coisas legais... Mas em certas horas me sinto tão fria. Odeio isso...
Não quero ser assim. Pareço uma daquelas velhas amarguradas que odeiam a vida.
Ok, eu sempre pareci uma velha que odeia a vida. Mas eu nunca fui amargurada! As rasteiras que a vida me deu nunca me impediram de conversar com as pessoas. Claro, eu já não conversava mais como era há dez anos atrás... E agora eu não converso. Não consigo.
Preciso parar com isso rapaz... Está ficando complicado e eu realmente PRECISO conversar...
Bem, eu tenho algumas crianças de resina. Duas e meia e uma cabeça! E eles são: Alice Gwintheryn (NDLC Roxy Lucy), Meiqi Jiao (KD Dreaming Cherry), Willian (DoC T. Too, que é meu e da Aline) e Jamie (CP Sleeping Soony mod, que ainda é só uma cabeça).
E eu ainda quero ter muitos outros filhos de resina.
Minha mais recente obcessão, fora uma listinha de personagens que tenho planejada, é um doll vampire. Ou seja, com presas de vampiro!
Eu criei um personagem (depois escrevo a estória certinha, por hora vamos chamá-lo de "homem-topeira") e comecei a saga por um modelo perfeito. Decidi que queria que fosse um modelo vampire. Já que quero um assim, e não tinha idéia de por onde começar a procurar a encarnação de resina perfeita para este personagem novo...
Eu nem curtinha muito Shiwoos, um modelo meio sorridente da CP. Até que surgiram alguns pelo Resin Heaven (fórum brasileiro de colecionadores de BJDs)... E eu simplesmente estou apaixonada! Fora que o sorrisinho bobo dos Shiwoos humanos (não me entendam mal, não digo bobo em um sentido pejorativo, longe disso), quando associado às presas do Shiwoo Vampire, se transforma numa expressão que chega a ser até um tanto quanto sádica. Estou amando!
Ok. Só que esse persona que criei não se encaixava em um Shiwoo Vampire. Nem se eu quisesse muito.
Fiquei deprimida. Pois para meu homem-topeira eu não consigo achar modelo nenhum.
Então, neste fim-de-semana, comecei a jogar "Vampiro: a Idade das Trevas" com as meninas... Eu comecei com uma Ravnos, mas simplesmente não estava rolando. Fiquei chateada e criei um novo personagem.
Criei meio forçada... Já que a inspiração não parecia bater.
Um pouco por opção, outro por incentivo da Aline, criei um Toreador. Clã do qual eu não costumava gostar muito. Nem desgostar. Simplesmente não me parecia um clã interessante...
E agora, estou em êxtase com meu personagem novo! Fiquei assim logo que comecei a jogar com ele... Quando Monsieur Valentin Lumière DeLaFleur III entrou todo poderoso nos aposentos do Sr./Sra. Luppi Strange, todo pomposo o preparando para uma festa... Foi um máximo!
Porém me levou um tempo para ligar uma coisa a outra... O Shiwoo Vampire que tanto quero será um Valentin perfeito!
Eta... Descobri que dois fracassos juntos podem dar um sucesso!
Ps.: Não entendeu alguma coisa? Pergunte ao Google.
Bem, voltando a postar! Nossa, tenho tido muita vontade de escrever sobre muitas coisas, mas como me considero uma “escritora” medíocre nem tenho me empenhado muito. Mas ok, aqui vai mais um post contendo um alto teor de revolta com a vida.
Pois funciona dessa forma... Desconto na internet as frustrações da vida.
Entrei no chat do Terra ontem. E é difícil demais dizer isso sem rir de mim mesma ou do tipo de conversa, ou pessoa que encontrei lá ontem!
Logo que conheci a internet, eu tinha uns 10 anos (?), eu entrava no chat. E é claro, eu era cafona. Não existia MSN, nem Orkut para as pessoas se conhecerem. Mais para frente eu conheci o mIrc, e foi por lá que perdi alguns anos da minha vida. Bem, ontem, entediada, quase duas da manhã, resolvi entrar num chat novamente. Entrei na sala mais cheia destinada a usuários de Campo Grande.
Entrei como “Isa”. Acho que “Isa” não é informação demais e mesmo se for, quem garante que é verdadeira? Enfim... Os nicks dos outros: “gatinho carente”, “BEM DOTADO”, “Garoto_solitário” e por aí vai... E todos vieram conversar comigo... Querendo sexo provavelmente. Eu já conheci muita gente pela internet, não só para fins sexuais. E foram boas experiências. Mas essa galera do chat...
Dois caras com os quais eu comecei a conversar melhor foram o “Noturno” e o “vitor”. O tal vitor tinha 22 anos e acabado de se formar no ensino médio. Não o achei muito interessante não... Perguntou-me o que eu fazia no meu tempo livre. Eu disse: “Ah, sei lá... TV, cinema, música...” E ele questionou sobre que tipo de música eu gostava. Eu disse gostar de roquinho, e que no momento estava ouvindo "Móveis Coloniais de Acaju" e ele não conhecia. E disse gostar rock e reggae(?). Enfim, depois do reggae e de só ter se formado no ensino médio com 22 anos, concluí que ele não era o cara mais intelectual do mundo. Na verdade, o que mais me incomodou foi o fato de ele só ter dito gostar de rock para que eu continuasse falando com ele. Não foi muito esperto.
Agora, o Noturno... Dentre todo o pessoal com nicks genuinamente “chatísticos”, notei o Noturno. Meu personagem favorito dessa série nova dos X-Men. Puxei assunto dizendo isso. E o cara me solta: “Gosta do peludinho é?”.
Nada do que eu diga vai explicar a expressão que surgiu no meu rosto quando li isso. Mas ok, ignorei, já estava no inferno porque não abraçar o capeta não é?
Continuei a prosear com o tal Noturno. Perguntou minha idade, e disse que completaria vinte anos dia 13. E ele disse que a filha dele faria aniversário dia 14. Perguntei se ele era casado, ele disse que sim. Disse ter 33 anos, 1,96m, ser segurança... Até aí tudo bem. Questionei sobre seus filhos, e ele disse ter três. Cada um com uma mulher diferente e a mais velha teria 14 anos. Isabela começa a fazer continhas com os dedos... “Ei! Esse cara teve a primeira filha com 19 anos!”
Fechei a janela do chat.
Fui ao Parque das Nações Indígenas ontem!!!
Com algumas amigas e nossas crianças de resina!
Nossa, foi ótimo! Eu realmente estava precisando me distrair um pouco...
Eu sempre me julguei uma pessoa de poucos amigos... E agora, que estou em uma fase ruim, percebi que meus poucos amigos, hoje em dia são melhores e mais numerosos! Eu realmente estou surpresa com o apoio que as meninas tem me dado... Eu juro que não esperava... Se bem que ultimamente eu não tenho dado uma dentro nessa de esperar as coisas... Enfim...
Depois do parque, fomos comer sanduba! O dia começou meio torto, mas terminou perfeitamente!
Tiramos várias fotos... Mas vou deixá-los somente com essa da Alice, que é minha primogênita... Minha foto favorita do dia!
É, faz tempo que quero voltar a ativa... Gostaria de estar soltando fogos hoje, mas não estou.
Eu me dei mal recentemente. Só assim mesmo para mudar algumas coisas nas nossas vidas...
Ok, eu estou acostumada a me dar mal. Normal. Ótimo. Perfeito.
Só que dessa vez... Dessa vez... *suspira*
Da primeira vez que nos vemos foi perfeito. Tudo foi perfeito... Até as coisas que não deram certo se encaixaram perfeitamente.
E tudo ia bem... Aparentemente.
Da primeira vez, foi ele quem me deixou. Mas só eu chorei. Eu sempre choro mesmo.
Na segunda vez, as coisas foram ficando menos perfeitas... As pessoas que estavam em nosso caminho foram aparecendo. Mas estava tudo bem. Tudo estaria perfeito enquanto eu o tivesse. E dessa vez, eu fui embora. Mas não chorei. Muito.
A terceira vez que nos vimos. Foi... Ah, nem sei dizer como essa vez foi. Nós simplesmente nos vemos... E ele me deixou... Mas eu não estava sozinha, então não chorei.
Bem, se você leu até agora, e não deve estar entendendo nada e quizer parar por aqui, pode parar. Você não vai entender. E as coisas ficam mais complicadas para mim, e eu fico mais chata escrevendo.
A quarta vez que nos vimos. Ele apareceu dez minutos atrazado... Deu uma desculpa, partimos.
Passamos pouco mais de duas horas juntos. Dentre juras de amor, histórias de infância e um carinho tão grande, que todo o caos parecia não existir. Não para nós dois. Não naquele momento.
E eu precisei ir. (Nessa hora eu pauso para beber uma água, enxaguar o rosto e me recompor para poder continuar a escrever.)
E vê-lo ficando em quanto eu ia foi excruciante. Eu não queria chorar. Eu queria ficar... Mas não podia. Nada disso podia ter acontecido. Mas aconteceu.
E eu estava ali... Sentada, indo embora. Enquanto o que eu acreditava ser minha melhor metade ficava. Eu me sentia incompleta.
Muito disso que eu vos falo, caro leitor imaginário, eu disse a ele... Talvez até mesmo com as exatas palavras que aqui uso.
Depois disso tudo ainda conversamos algum tempo... Ainda trocamos algum tipo de carinho falso atravéz da luz fria de dois monitores...
Mas eu me senti traída... E ainda me sinto.
E eu gosto dele. Mesmo com tudo isso.
Eu quiz me afastar primeiro... E ele não deixou.
Depois ele quiz se afastar... Mas de uma forma diferente, e eu aceitei... Eu aceito.
E agora, não sei de que valeram as noites mal dormidas, as refeições que eu perdi, as lágrimas que derramei e ainda derramo. Nada disso tem valido a pena.
Engraçado que eu mesma as vezes me olho no espelho e penso: "Bem que eu te avisei!" .
Meus pensamentos estão confusos. Eu o amo. Não menos que isso. E ele está indo embora... E dessa vez não é fisicamente.
E não há nada que eu possa fazer a respeito disso...
Eu quero pedir para ele não me deixar. Quero que ele fique comigo... Queria ouvir a voz dele mais vezes...
Mas nem suas ligações posso agora esperar.
Ele diz que precisa se encontrar... Mas ele não está sozinho! Deus! Ele não está! Não faz sentido fugir de mim... Não de mim. Que sempre tentei lhe dar apoio.
Eu me pergunto, e pergunto a ele também... O que mais ele quer de mim?! Eu não sei o que fazer... Estou perdendo a razão. Nunca me deixei levar dessa forma... E agora ganho o que mereço, e estou perdendo a razão.
Claro, não é disso que vou morrer...
E ele não diz ser o fim... Mas eu sinto o fim. Tudo tem cheiro e gosto de fim. O gosto das maltidas lágrimas que não consigo segurar.
Já passou da hora em que costumamos nos falar... Hoje ele não veio "me ver". E é assim que vai ser daqui para frente. E dói. Muito.
Eu quero acreditar nele. Mas eu me sinto apoiada em vento. Nada além de vento.
E eu o odeio. Pois ele sairá ileso dessa... E eu não. Já não sou mais a mesma. Mesmo que o talvez dele se torne um sim. Por mais que fiquemos juntos... Eu já não sou mais a mesma. Tudo o que ele faz ou diz, parece pré-meditado. Tudo com a intenção de fazer com que eu pense que ele se sente mal, e que eu me sinta mal por ele... Mas ele não precisa disso. Ele não precisa de muitas coisas que ele faz. E quando ele as faz... Eu sinto como se ele estivesse tentando demais sabe?
E eu o tenho em minhas mãos. Mas não quero que seja assim...
Bem, acho que vou parando por aqui... Tenho muito mais na minha mente, mas não vou postar. Não agora.
Obrigada caso tenha lido até o fim. E desculpe-me meu surto de solidão e ingenuidade.
Boa noite... E bons sonhos... Para quem conseguir dormir...
Esse brinquedo me lembra um jogo... Do qual eu não lembro o nome.
Por que eu não nasci nos anos 60? E por que quando eu era criança eu só tinha a Barbie? Esse brinquedo é tão mais legal que a Barbie...
Oh I think I smell a rat
I think I smell a rat
all you little kids
seem to think you know
just where it's at
I think I smell a rat
walking down the street
carrying a baseball bat
I think I smell a rat
Oh I think I smell a rat
I think I smell a rat
all you little kids
seem to think you know
just where is at
I think I smell a rat
using your mother and father
like a welcome mat
I think I smell a rat
Post relâmpago. Indo para um confraternização de fim de ano. Bem que eu queria sair à francesa.
E é isso... E ratinho bonitinho, já te achei, agora é só te encurralar e esmagar a tua cabeça!
Coisas sobre mim, minha vida, meus medos, minhas alegrias, meus amores e ódios também... Porque eu sou egoísta, e é tudo sobre mim... Porque eu sou mais egoísta ainda, além de falar de mim, só falo de quem cruza meu caminho... E só se valer a pena...